Nos meus tempos de aprendiz pude observar o quanto é importante uma boa estruturação da base de dados. Naquela época a empresa havia decidido por um banco de dados estruturado para controlar desde inclusão de clientes até emissão de carnets de pagamento, controle de baixas de pagamentos efetuados e todo um conjunto de aplicativos amarrados ao banco de dados para controle efetuado por vários departamentos. O objetivo era deixar a maior parte do manuseio das informações nas mãos dos usuários finais ficando a área técnica apenas no suporte a possíveis problemas ou novas implementações.
A intenção era boa mas deu-se muito pouca importância à fase de análise do problemas e conhecimento real da situação que vingava no sistema que funcionava até então. Ou seja, passou-se muito rápidamente da fase de estudo e análise para a parte técnica propriamente dita. Muitas vezes o analista passava para o programador uma definição de programa e logo depois pegava de volta a definição para alterar algumas especificações, isso depois de mais uma das inúmeras reuniões relãmpago com os usuários do sistema! Ao final foi implantada uma verdadeira colcha de retalhos aonde constantemente tinhamos que aplicar remendos por conta de erros constantes e até mesmo por um uso equivocado por parte dos usuários finais.
Ao final de tudo o pessoal da área técnica ficava numa situação delicada pois tudo que acontecia era atribuída ao setor de informática, principalmente com destaque para erros que aconteciam. Tudo bem que um programa de tela entrando dados deve prever o maior número de possíveis equívocos que um funcionário possa cometer ao cadastrar um associado por exemplo, mas esse funcionário deve ter responsabilidade por aquilo que irá digitar, se tem dúvida pergunte ao colega mais experiente ou à chefia. Exemplo, o cara digita ano de nascimento 9999!
O que ficou claro para mim é que a maioria dos analistas na realidade eram programadores que, promovidos a analista levaram consigo o esquema de tomar conhecimento do assunto e logo tratar de detalhes técnicos para gerar logo um programa. Depois que finalizei o curso de pós em analise de sistemas compreendi como aquele sistema da empresa estava com uma base totalmente corroída e sujeita a constantes abalos!
Importante cuidar muito bem da parte de estudo do sistema, estruturação de dados e tabelas, seus relacionamentos através de chaves e reuniões com os usuários finais. Inclusive avaliar se os atuais equipamentos ou hardware é compatível com o sistema que se quer implantar.
A intenção era boa mas deu-se muito pouca importância à fase de análise do problemas e conhecimento real da situação que vingava no sistema que funcionava até então. Ou seja, passou-se muito rápidamente da fase de estudo e análise para a parte técnica propriamente dita. Muitas vezes o analista passava para o programador uma definição de programa e logo depois pegava de volta a definição para alterar algumas especificações, isso depois de mais uma das inúmeras reuniões relãmpago com os usuários do sistema! Ao final foi implantada uma verdadeira colcha de retalhos aonde constantemente tinhamos que aplicar remendos por conta de erros constantes e até mesmo por um uso equivocado por parte dos usuários finais.
Ao final de tudo o pessoal da área técnica ficava numa situação delicada pois tudo que acontecia era atribuída ao setor de informática, principalmente com destaque para erros que aconteciam. Tudo bem que um programa de tela entrando dados deve prever o maior número de possíveis equívocos que um funcionário possa cometer ao cadastrar um associado por exemplo, mas esse funcionário deve ter responsabilidade por aquilo que irá digitar, se tem dúvida pergunte ao colega mais experiente ou à chefia. Exemplo, o cara digita ano de nascimento 9999!
O que ficou claro para mim é que a maioria dos analistas na realidade eram programadores que, promovidos a analista levaram consigo o esquema de tomar conhecimento do assunto e logo tratar de detalhes técnicos para gerar logo um programa. Depois que finalizei o curso de pós em analise de sistemas compreendi como aquele sistema da empresa estava com uma base totalmente corroída e sujeita a constantes abalos!
Importante cuidar muito bem da parte de estudo do sistema, estruturação de dados e tabelas, seus relacionamentos através de chaves e reuniões com os usuários finais. Inclusive avaliar se os atuais equipamentos ou hardware é compatível com o sistema que se quer implantar.

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