segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Algumas poucas considerações.
Este mundo está bem longe ainda daquela situação de planeta de eleitos. Sem dúvida habitamos um planeta de regeneração. Somos merecedores pois ainda entre nós impera a hipocrisia, a inveja, a ambição, o orgulho e a indiferença para os verdadeiros sofrimentos que pesam neste pequeno e ridículo planetinha azul dentro deste imenso, infinito universo!
Somos ainda tão imperfeitos! Quantos de nós só lembramos de Deus quando nos aperta o calo, quando sentimos a dor causada por nossas próprias atitudes. Muitos de nós ainda cultivam em alto grau o egoísmo excessivo que turva o nosso olhar para aqueles que verdadeiramente sofrem ao nosso lado!
A nível geral as nações que mais podem quase nada fazem em relação aquelas que menos tem. Fome, sofrimento, mortalidade infantil e falta de infraestrutura em muitas regiões do mundo são quase que esquecidas em prol de outros interesses que fazem nações poderosas irem à guerra procurando mil desculpas para despejar suas bombas sobre a cabeça de inocentes!
Será que estamos progredindo?
Desrespeito ao meio ambiente. Maus tratos a animais e um sem número de desculpas para agredir a natureza! O homem maltrata a casa em que habita!
Os dirigentes das nações do mundo pensam mais em si mesmos do que em governar para seus cidadãos. Os políticos pensam mais em suas carreiras e aposentadorias polpudas do que nos interesses gerais de seus eleitores! Saúde pública, segurança e educação são relegados ao esquecimento e só lembrados quando acontecem as eleições! E o mais engraçado é que aqueles que se tornam governo afirmam estar tudo correndo às mil maravilhas, enquanto que aqueles que perdem e se tornam oposição apontam todas as falhas e necessidades não atendidas! Quanta hipocrisia, quanta mentira, quanta cara de pau!
Um dia tudo isso irá mudar. Quando? Bem, muito mas muito lá no futuro, quando não existirem nacionalidades, bandeiras e outros empecilhos históricos. Quando toda a terra estiver livre de nações e se tornar lar da humanidade como um todo. Não haverá diferenças entre homens e a única linguagem será a da fraternidade, do amor ao próximo e do bem geral. Mas isso vai ser muito, mas muito no futuro. Não haverão igrejas porque não haverá necessidade, cada homem terá em si mesmo a iluminação e saberá que ele é sua própria igreja. Mas isso, repito, vai ser muito, mas muito lá no futuro.
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